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📖 Dicionário canônico

Este documento é a fonte de verdade para todos os termos técnicos do PAEBIRU. Em caso de divergência entre este dicionário, o AGENTS.md, comentários de código ou RFCs, este dicionário prevalece até que uma RFC Standards Track atualize-o formalmente.

Convenção: cada entrada traz a forma canônica em pt-BR, a sigla, o termo em inglês quando útil, e a referência à RFC que o ratifica (se houver).


A

ABAPORU (Agente BDI)

Nome em tupi para “homem que come”) — agente de crença-desejo-intenção que opera no BC Biologia. Implementação canônica em paebiru-biology.

Veja tópico em formalização e BC Biology.

Algedonia / Algedonic Sensor

Literalmente, “dor e prazer” (do grego algos + hedone). Sensor que emite sinais de dor quando a homeostasia é violada (temperatura, memória, backpressure, saturação XDP) e prazer quando o sistema opera dentro da faixa saudável. Cada escala tem o seu — não existe supervisor global.

tópico em formalização.

Anti-padrão “Costura”

Acoplamento por tipo ou estado compartilhado entre Bounded Contexts (Arc<Mutex<T>> cruzando membrana). Sintoma de fronteira mal colocada. Refatora-se a membrana; nunca se costura.

tópico em formalização.

Anti-padrão “supervisor global”

Qualquer coordenador que conhece o estado de N escalas abaixo. Empurre a decisão para a escala que sofre a consequência.

tópico em formalização.

Auto-similaridade fractal (Padrão Antropofágico)

O ciclo ingerir → metabolizar → excretar repete-se em 7 escalas: bit físico → neurônio LIF → função WASM → plasmídeo → nó ABAPORU → LocalSyncDomain → malha global.

tópico em formalização, Realidade fractal.

Antígeno / Anticorpo

Antígeno: pacote ou plasmídeo marcado como suspeito pelo ZeroTrustPipeline. Anticorpo: plasmídeo WASM sintetizado pela MacrophageVM após análise do antígeno; subsequentemente distribuído como “imunidade” aos outros nós.

tópico em formalização.


B

Backpressure universal

O produtor adapta-se ao consumidor mais lento via sinal explícito (token bucket, créditos). Nunca buffer infinito. A forma é idêntica em streaming payments, FL gradient updates e gossipsub fanout.

tópico em formalização.

BLAKE3

Função de hash criptográfica usada em toda a pilha (PoW, DVV, identidade, integridade de plasmídeos). Preferida sobre SHA-256 por throughput, tree hashing nativo e segurança pós-quântica marginal.

tópico em formalização.

Bounded Context (BC)

Granularidade vertical do PAEBIRU: cada BC mapeia 1:1 com um crate. Comunica-se com outros BCs apenas por artefatos imutáveis com receipt. Lista canônica: kernel, biology, economy, capiba, entropy, learning, api, bridges, commons, hal, zk, plasmids.

Arquitetura.

Convenção editorial: grafia sempre em Title Case — Bounded Context e Bounded Contexts (plural), mesmo em meio de frase. A forma minúscula bounded context(s) é reservada a citações textuais do termo DDD genérico.


C

CausalBlock

Unidade imutável básica do C.A.P.I.B.A.: tupla (cid, maturidade, dados, assinaturas) endereçada por content ID (BLAKE3). É o “átomo” que migra entre estágios (Nascente → Correnteza → Manguezal → Oceano → Chuva) e entre nós (via Pororoca Causal). Recebe um Recibo Soberano (DRE) a cada transição de estágio.

BC C.A.P.I.B.A..

C.A.P.I.B.A. (Causal, Asynchronous, Persistent, Immutable Block Architecture)

A memória de longo prazo do PAEBIRU — onde kernel lida com a mensagem em trânsito, capiba lida com a mensagem em repouso: como ela vira dado, como o dado vira conhecimento, e como o conhecimento se preserva no tempo causal. Não é “um banco de dados”: é um ecossistema metabólico de dados organizado em 5 estágios análogos ao ciclo hidrológico:

#EstágioFunçãoRepresentação canônica
1NascenteIngestão hot-pathRing buffer / RAM lock-free
2CorrentezaSincronização causalMmapStore / WAL + Prolly Trees
3ManguezalQuarentena + análiseApache Arrow in-memory + filtro Zero-Trust
4OceanoCold storage soberanoApache Iceberg + IPLD CIDs (BLAKE3)
5ChuvaCompute-over-dataTrainer federado → WeightDelta → Plasmídeo

Princípios vinculantes (cada item é rejeição automática em revisão):

  1. Tempo causal, não cronológico — ordenação por DVV, jamais por Instant::now().
  2. Content addressing — blocos endereçados por (hash_conteúdo, maturidade_causal), não por path.
  3. Apoptose saudávelMUS (Minimum Useful Survival) define a maturidade abaixo da qual o dado evapora; a Landauer Gate assegura que o custo termodinâmico da retenção respeite $k_B \cdot T \cdot \ln 2$.
  4. Sovereignty Gate — antes de descer para o Oceano, dados são auditados (CDDL + validação semântica + ZK-PoL se houver geolocalização).
  5. Compute-over-data > move-data — a Chuva (compute) vai até o Oceano (storage), não o contrário.
  6. Quarentena imunológica — o Manguezal é filtro Zero-Trust; “lama tóxica” vai para MacrophageVM.
  7. Sincronização MuleNode — MuleNodes (LoRa, ATmega) sincronizam via Pororoca Causal — batched, eventual, com receipts imutáveis.
  8. Backpressure de I/O — profundidade finita do WAL; produtor adapta-se ao consumidor (jamais buffer infinito).

Quando $\Delta C \to 0$ (taxa de novas interações com o bloco) e a maturidade causal excede MUS, o dado evapora do Manguezal para o Oceano. Quando $\Delta C \to 0$ no Oceano, ele pode ser chuva — entrar em compute-over-data para virar um plasmídeo (regra distribuída).

RFCs normativas: tópico em formalização (definição), tópico em formalização (CID IPLD), tópico em formalização (apoptose), tópico em formalização (Iceberg), tópico em formalização (Landauer Gate). BC doc canônico: architecture/bounded-contexts/capiba.md.

CDDL (Concise Data Definition Language)

Linguagem usada para definir o contrato de dados no Portão 5 do ZeroTrustPipeline. Validação semântica antes de qualquer plasmídeo ser executado.

tópico em formalização.

Cifra ChaCha20-Poly1305

Cifra simétrica AEAD canônica do PAEBIRU. Usada em todos os envelopes de plasmídeo e em sessões TLS-like entre nós.

tópico em formalização.

CommonCrypto

Sinônimo coloquial para a pilha criptográfica canônica: BLAKE3 + ed25519-dalek + FROST + ML-DSA/ML-KEM + ChaCha20-Poly1305.

Compute-over-data

Padrão pelo qual o dado permanece no nó de origem e a computação viaja até ele — oposto do modelo “traga o dado até o lago”. Custódia, soberania e economia são co-locadas.

BC C.A.P.I.B.A..

Crédito mútuo (DRE)

Sistema de crédito bilateral plurilateral, soma zero, sem juros explicitos. Liquidação por compensação multilateral periódica. NÃO é “criptomoeda”: é um tecido entre agentes que se conhecem.

tópico em formalização, tópico em formalização.

Convenção editorial: grafia sempre em Title Case quando substantivo próprio (Crédito mútuo). A forma adjetiva creditário mútuo é aceitável apenas em textos técnicos formais sobre o modelo.


D

Dança Politemporal (v3+)

Regime temporal em que $\Delta t \propto \Delta S / \gamma$ — o “tempo” se dilata quando a entropia cresce, e se contrai quando nada varia. Múltiplos “tempos” coexistem sem hierarquia.

tópico em formalização, BC Entropia.

DRE (Distributed Receipt Engine)

Motor de Recibos Soberanos. Cada interação produz um recibo imutável com hash, assinatura ML-DSA, timestamp causal e custo em LandauerLedger. É a unidade atômica de prova.

tópico em formalização.

DVV (Dotted Version Vector)

Estrutura que captura maturidade causal, não cronologia. Cada nó tem um vetor de versões por origem; um evento “amadurece” quando todos os seus dependentes causais também amadureceram. É a base da Maturidade Causal.

tópico em formalização.


E

eBPF / XDP

Tecnologia Linux para executar programas no kernel com segurança. O Portão 1 (Load Shedder) do ZeroTrustPipeline é um programa XDP carregado pelo paebiru-kernel via aya.

tópico em formalização.

Estigmergia

Coordenação indireta entre agentes via modificação do ambiente compartilhado. No PAEBIRU: rastros de plasmídeo, receipt em WAL, memória C.A.P.I.B.A., e gradiente algedônico.

tópico em formalização.


F

Fail-stop em 7 escalas

Falha imediata, sem retry silencioso, em qualquer das 7 escalas fractais. Acima de um limiar algedônico, o nó emite Veto Algedônico e interrompe a operação local; nunca propaga falha.

tópico em formalização.

FedAvg / Split-DNN / FLAIR

Família de algoritmos de aprendizado federado suportados em paebiru-learn. Agregação bizantina (Krum, FoolsGold) é obrigatória em redes > 50 nós.

tópico em formalização, tópico em formalização.

FROST (Flexible Round-Optimized Schnorr Threshold)

Esquema de assinaturas threshold (DPSS) usado para chaves distribuídas. Em 3-de-5, três nós assinam; dois podem sair do ar sem perda de soberania.

tópico em formalização.


G

GALS (Globally Asynchronous, Locally Synchronous)

Paradigma fundamental: atores localmente síncronos, comunicação globalmente assíncrona via troca de mensagens. Dogma 2 .

Arquitetura.

GossipSub

Protocolo de publish-subscribe baseado em gossip do libp2p. É o transporte default de plasmídeos e receipts.


H

HAL (Hardware Abstraction Layer)

Runtime no_std para ESP32, STM32, nRF52, ATmega e RISC-V. Fornece traits de GPIO, ADC, UART, I²C, SPI, LoRa, CAN, Modbus.

BC HAL.

Hardware Wallet

Dispositivo físico que custodia a chave de identidade soberana (comunica-se com TPM ou Secure Enclave). Suportado em paebiru-hal com bindings USB.

tópico em formalização.

HardwarePassport

Dispositivo físico de backup de identidade soberana — distinto do Hardware Wallet. O Passport é um artefato off-line (sem conectividade, à prova de tamper) que carrega (a) a chave mestra criptografada por biometria/PUK, (b) o último DVV conhecido do nó, e (c) o último Recibo Soberano assinado. Usado no protocolo de Disaster Recovery quando o nó primário é perdido (ver R011 · Disaster recovery).

Homeostasia

Tendência de um sistema a manter variáveis internas dentro de uma faixa saudável. Emerge de sensores algedônicos locais, sem supervisor global.


I

Ilha de autonomia

Regime operacional em que um conjunto de nós opera sem WAN, com partição interna. Sincroniza DVV e receipts quando reconecta.

tópico em formalização.

Convenção editorial: grafia canônica Ilha de autonomia ou forma abreviada Modo Ilha (ambas aceitas). A forma inglesa Island mode é proibida em documentação pt-BR.

Imunidade distribuída

Conjunto de anticorpos (plasmídeos WASM) compartilhados entre nós após análise em MacrophageVM. Não é uma blacklist central — é conhecimento emergente.


L

LandauerLedger

Livro de débitos energéticos. Cada operação no ZeroTrustPipeline debita um custo em µJ (PAEBIRU_GATE_SECURITY_COST_MICRO_JOULES). É a base de reciprocidade material do crédito mútuo.

BC Entropia.

Landauer Gate

Portão termodinâmico que decide se um CausalBlock tem energia associada suficiente para ser retido, ou se deve evaporar. A regra operacional respeita o princípio de Landauer: o custo mínimo de apagar 1 bit é $k_B \cdot T \cdot \ln 2$ joules. Se o custo de retenção (energia de armazenamento + indexação) excede o benefício causal ($\Delta C$), o portão dispara apoptose saudável e o bloco migra para o Oceano ou evapora.

BC C.A.P.I.B.A. · Princípios.

Langevin Ticks

Unidade de tempo baseada na dinâmica de Langevin — estocástica, termodinamicamente fundamentada. No regime v3+ é a base da Dança Politemporal.

tópico em formalização, Equações de Langevin.

Lote / Loteria Joule

Lote: agrupamento de receipts em intervalos Langevin. Loteria Joule: protocolo pelo qual o sistema recompensa contribuições de poder computacional real, em ordem causal, com soma zero.

tópico em formalização.

LocalSyncDomain

Uma das 7 escalas fractais do Padrão Antropofágico (ver Auto-similaridade fractal): agrupamento de nós que compartilham um relógio Langevin e trocam CausalBlocks síncronamente. Corresponde à 6ª escala, entre o nó ABAPORU (5ª) e a malha global (7ª). Limites operacionais típicos: 3-50 nós, 1-100 km de raio, latência P99 < 50 ms.

Realidade fractal.


M

MacrophageVM

Sandbox WASM (rodando em wasmtime) onde pacotes suspeitos são fagocitados e analisados em profundidade. Sintetiza anticorpos.

tópico em formalização.

Maturidade Causal

Propriedade de um evento: ele “amadureceu” quando todos os seus dependentes causais também amadureceram. Ordenação por DVV, não por relógio. Em partições longas, a “idade causal” diverge da “idade cronológica” — é por design.

tópico em formalização, M/M/1 modelagem.

ML-DSA (Module-Lattice-Based Digital Signature Algorithm)

Assinatura digital pós-quântica (FIPS 204). Default em receipts e autenticação mútua. Antes: ML-DSA-65.

tópico em formalização.

ML-KEM (Module-Lattice-Based Key-Encapsulation Mechanism)

Encapsulamento de chaves pós-quântico (FIPS 203). Usado em sessão inicial entre dois nós.

MuleNode / MuleReceipt

MuleNode: nó de borda de recursos extremamente limitados (LoRa SX1262, ATmega, ESP32 em modo sleep profundo) que serve como ponte offline entre ilhas de autonomia. Não mantém DVV completo; acumula receipts locais e sincroniza em lote quando encontra outro nó (“mula” carregando dados). Sincroniza via protocolo Pororoca Causal — batched, eventual, com receipts imutáveis (cada batch emite um MuleReceipt resumido).

BC C.A.P.I.B.A., MANIFESTO § Soberania por Design.

MUS (Minimum Useful Survival)

Limiar de maturidade causal abaixo do qual um CausalBlock é candidato à apoptose saudável. Quando a Maturidade Causal de um bloco cai abaixo de MUS e sua taxa de novas interações $\Delta C \to 0$, o bloco evapora (a Landauer Gate decide o destino final). Parâmetro ajustável por nó, com mínimo absoluto garantido pelo Dicionário.

BC C.A.P.I.B.A..


O

Oceano

Camada de armazenamento fria, off-line, eventualmente consistente, para dados com $\Delta C \to 0$. Não serve plas quentes — apenas auditoria e reconstrução pós-morte.

BC C.A.P.I.B.A., R009 · Migração para Oceano.


P

Plasmídeo (DSL → WASM)

Unidade de código de contrato. Definido em TOML/HCL, compilado pelo paebiru-plasmids para um módulo WASM, executado em wasmtime dentro de uma membrana C.A.P.I.B.A.

tópico em formalização, DSL de Plasmídeos.

Pulse (Pulso)

Mensagem metabólica de homeostase trocada entre nós PAEBIRU, definida em crates/kernel/src/ports/mod.rs:31-36 como o enum MetabolicMessage::{PulseRequest, PulseResponse}. Funções canônicas:

  1. Sinal de vida (heartbeat) — emitido periodicamente (período padrão de 10s, configurável via DEFAULT_PULSE_PERIOD em apps/node/src/lib.rs).
  2. Atualização de saúde — cada PulseResponse carrega um health: f32 ∈ [0.0, 1.0] que alimenta o PeerHealth no Metabolism (ver BC Kernel) e, em última instância, o AlgedonicSensor local.
  3. Re-sincronização causal — em nós congelados, dispara avanço do Langevin Tick (ver R008 · Langevin Clock Drift).
  4. Anúncio na malha — ao ser publicado, o nó se torna visível para os peers no mesh gossipsub.

Transporte: gossipsub (tópico paebiru-metabolism). Descoberta dos pares: mDNS (LAN) + Kademlia DHT (global, via PAEBIRU_BOOTNODES). O pulso não é armazenado na DHT — ele flui ponto-a-ponto sobre conexões estabelecidas via descoberta.

Gate F1 do Roadmap: “dois nós trocam pulse ponta-a-ponta via libp2p Kademlia” — o critério de aceite do relé DHT é a troca de PulseRequest/PulseResponse ponta-a-ponta. BC Kernel, Hello, mesh.

Pororoca Causal

Protocolo de sincronização batched usado por MuleNodes (LoRa, ATmega) para reconciliar DVV e CausalBlocks entre ilhas de autonomia sem WAN contínua. O nome alude à pororoca (onda de maré que percorre o rio Amazonas contra a corrente): os dados viajam “contra” a partição de rede, em pulsos agregados, até encontrar um nó on-line. Cada pulso emite um MuleReceipt resumido e assinado.

BC C.A.P.I.B.A..

PoL (Proof of Location)

Prova de localização física preservando privacidade das coordenadas exatas. Construída via zk-SNARK Groth16.

tópico em formalização, R010 · Falha de ZK-PoL.

Portão / Gate

Cada um dos 5 estágios do ZeroTrustPipeline. Cada portão é opcionalmente desabilitável em dev via env var (PAEBIRU_SKIP_PF, etc.) — nunca em produção.

Prolly Tree

Árvore B+ com hashes determinísticos nos nós. Usada em C.A.P.I.B.A. para diffs pequenos em updates grandes.

tópico em formalização.


Q

Quórum adaptativo

Número mínimo de validadores para um receipt ser considerado final. Adapta-se ao tamanho da malha e à distância causal.

tópico em formalização.


R

Realidade fractal

Ver Auto-similaridade fractal.

Realidade fractal.

Recibo Soberano

Ver DRE.

Runbook vivo

Documento operacional que aprende com postmortems: cada incidente gera um patch no runbook correspondente. Versionado por git tag (runbook-vN).

tópico em formalização.


S

SPHINCS+

Assinatura pós-quântica stateless (FIPS 205). Usada como fallback do ML-DSA em cenários de limitação severa de banda.

Soberania

Princípio e estado: identidade enraizada em hardware, sem CA externo. Soberania é arquitetural, não contratual.

Sovereignty Gate

Portão de auditoria que todo CausalBlock deve atravessar antes de descer para o Oceano (cold storage). Combina três verificações: (1) CDDL — o bloco respeita o schema de dados contratado; (2) validação semântica — a carga é coerente com o tipo declarado; (3) ZK-PoL se houver dados de geolocalização. Falha em qualquer um = quarentena (MacrophageVM) + Recibo Soberano de verdict=reject.

BC C.A.P.I.B.A. · Princípios.


T

TPM (Trusted Platform Module)

Chip de silício que custodia chaves e atesta a integridade do firmware. Padrão para identidade soberana em nós com recursos suficientes.

R002 · Identidade TPM.


V

Veto Algedônico

Ação pela qual o hardware se sobrepõe a decisões de governança ao detectar dano físico iminente (temperatura > limiar, voltagem < mínimo, brown-out). Veto é local, imediato, e não negociável.

tópico em formalização.

Convenção editorial: grafia sempre em Title Case — Veto Algedônico (substantivo próprio), mesmo em meio de frase. A forma minúscula veto algedônico é reservada a citações textuais.

Voto Quadrático

Mecanismo de governança DAO em que o custo de um voto cresce quadraticamente com o número de votos que um agente emite sobre o mesmo tema: $C(n) = n^2$. Isso desencorrega plutocracia de whales e recompensa stake distribuído. Usado no PAEBIRU para decisões de protocolo que afetam toda a malha (mudança de parâmetros MUS, alteração de topologia default, ativação de novos plasmídeos canônicos).

View · Governança, tópico em formalização.


Z

ZeroTrustPipeline

Cadeia de 5 portões que todo pacote deve atravessar:

  1. Load Shedder (eBPF/XDP)
  2. Proof-of-Work (BLAKE3 salt + nonce)
  3. Assinatura ML-DSA
  4. ZK-PoL (Groth16)
  5. Contrato de Dados (CDDL)

tópico em formalização.

ZK-PoL

Ver PoL.


Apêndice — Siglas invertidas

SiglaForma canônicaBC / Crate
ABAPORUAgente BDIbiology
C.A.P.I.B.A.Causal, Asynchronous, Persistent, Immutable Block Architecturecapiba
CDDLConcise Data Definition Languagekernel
DREDistributed Receipt Engineeconomy
DVVDotted Version Vectorcapiba
eBPFExtended Berkeley Packet Filterkernel
FedAvgFederated Averaginglearn
FLAIRFederated Learning with AI-driven Rewardslearn
FROSTFlexible Round-Optimized Schnorr Thresholdkernel
GALSGlobally Asynchronous, Locally Synchronous(transversal)
HALHardware Abstraction Layerhal
ML-DSAModule-Lattice-Based DSAkernel
ML-KEMModule-Lattice-Based KEMkernel
PoLProof of Locationzk
SNNSpiking Neural Networkbiology
WASIWebAssembly System Interfaceplasmids
XDPeXpress Data Pathkernel
ZKZero-Knowledgezk

Política editorial

  • Adições e mudanças substantivas exigem uma RFC (Standards Track ou Experimental) com aprovação de pelo menos um maintainer.
  • Termos em inglês são aceitos quando consagrados pelo uso (ex: “GossipSub”); caso contrário, usar pt-BR.
  • Conflitos com código ou comentários devem ser corrigidos no código, mantendo este dicionário como fonte.