🧬 Sistema Celular
No PAEBIRU, o nó não é apenas um servidor; ele é uma célula. Esta metáfora biológica dita como os recursos são geridos e como a segurança é enforçada.
1. A Membrana (ZeroTrustPipeline)
Toda célula tem uma membrana que protege seu interior e regula o que entra e sai. No nó, essa membrana é o ZeroTrustPipeline (os 5 portões).
- Seletividade: Apenas pacotes com PoW válido e assinaturas PQC atravessam a membrana.
- Proteção: A membrana é a primeira linha de defesa contra exaustão de recursos (Load Shedding).
flowchart LR
A[Pacote bruto<br/>UDP/TCP/LoRa] --> P1[Portão 1<br/>eBPF/XDP<br/>load shedder]
P1 --> P2[Portão 2<br/>PoW BLAKE3<br/>anti-Sybil]
P2 --> P3[Portão 3<br/>PQC ML-DSA<br/>assinatura]
P3 --> P4[Portão 4<br/>CDDL contrato<br/>+ ZK-PoL se geo]
P4 --> P5[Portão 5<br/>MacrophageVM<br/>sandbox + anticorpo]
P5 --> AC[Aceito · CausalBlock]
P1 -.drop.-> X[(drop metric)]
P3 -.drop.-> X
P5 -.quarentena.-> Q[MacrophageVM]
2. Metabolismo Local
O processamento interno do nó segue um ciclo metabólico:
- Ingestão: Recebimento de mensagens e estímulos (spikes).
- Digestão: Processamento via loop GALS e execução de plasmídeos.
- Excreção: Emissão de Recibos Soberanos e propagação de novos estímulos para a malha.
3. Apoptose e Homeostasia
- Homeostasia: O nó busca manter seu equilíbrio térmico e computacional através de sensores algedônicos.
- Apoptose: Se um componente (plasmídeo ou cache) torna-se disfuncional ou perigoso, o nó realiza a “morte programada” daquele recurso para preservar a integridade da célula.