RFC 015 - TEE como Capability (Hardware Attestation)
Status: Ratificado (Standards Track) Pilar: S1 (Segurança) / S3 (Economia)
1. Resumo
A malha PAEBIRU adota um modelo de confiança orgânico. A presença de um Trusted Execution Environment (TEE) não é um requisito de admissão basal. Em vez disso, o TEE é tratado como uma Capability (recurso econômico escasso) dentro do Barter Engine.
2. Motivação
Exigir TEE para todos os nós excluiria dispositivos de borda ultra-restritos (microcontroladores via paebiru-hal) e sistemas de energy harvesting. No entanto, tarefas de Compute-over-Data sensíveis exigem execução confidencial. Tratar o TEE como um recurso negociável resolve esse impasse.
3. Especificação Técnica
3.1. Capability de Hardware
A DSL dos Plasmídeos (TOML) passa a aceitar o requisito hardware_attestation:
[capabilities.requires]
types = ["TrustedExecution"]
min_security_level = "High"
3.2. Regras de Admissão e Escambo
- Inclusão na Borda: Nós sem TEE podem ingressar na malha e executar tarefas leves.
- Verificação Estrita: Se um contrato (Plasmídeo) exigir
TrustedExecution, oBarterEnginesó aprovará a transação se o nó ofertante fornecer uma prova criptográfica (atestação) válida da posse de um enclave (SGX, TrustZone, SE).
4. Impacto Arquitetural
- Economia: O
BarterEnginedeve validar provas de atestação durante o match de recursos. - Kernel: Fornece as primitivas criptográficas para validar assinaturas de enclaves de hardware.