🧬 Primeiro plasmídeo
No PAEBIRU, a lógica de aplicação não vive em servidores centrais, mas em plasmídeos — pequenos módulos WASM que viajam pela malha e são executados pelos nós.
🧐 O que é um plasmídeo?
Inspirado na biologia, um plasmídeo é uma unidade auto-contida de código e dados.
- Definição: Escrito em uma DSL (Domain Specific Language) baseada em TOML ou HCL.
- Execução: Compilado para WebAssembly (WASM) e executado de forma isolada (sandbox).
- Distribuição: Propagado via GossipSub para os nós interessados.
📝 Definindo o plasmídeo
Um plasmídeo simples de “Hello Mesh” que emite um log quando recebe um pulso:
# hello_mesh.toml
[plasmid]
name = "hello-mesh"
version = "0.1.0"
author = "Soberano <node@exemplo.org>"
[behavior]
on_pulse = """
log::info("Olá, malha! Recebi um sinal de {}", context.sender);
"""
🛠️ Ciclo de Vida
- Sintetizar: O comando
paebiru plasmid buildconverte o TOML em um binário.wasm. - Assinar: O plasmídeo é assinado com sua identidade soberana (Portão 3).
- Injetar: Você injeta o plasmídeo no seu nó local.
- Propagar: O nó anuncia o novo plasmídeo para a vizinhança causal.
🛡️ Segurança (Zero-Trust)
Antes de ser executado por qualquer nó, o plasmídeo passa pelo ZeroTrustPipeline:
- Portão 5: Validação semântica do contrato de dados (CDDL).
- MacrophageVM: Execução em quarentena para análise de comportamento.
🏁 Parabéns!
Você completou a trilha de Primeiros Passos. Agora você entende a visão, instalou o ambiente, subiu um nó e conhece as ferramentas de gestão e computação do PAEBIRU.
Para onde ir agora?
- 🛠️ Guia do Contribuidor — se quer ajudar a construir o core.
- 🔧 Caderno do Operador — se vai gerenciar infraestrutura.
- 🏛️ Arquitetura — para entender os fundamentos profundos.