Simulações e Benchmarks: Validando a Resiliência Física
A arquitetura do PAEBIRU, baseada em termodinâmica e biologia, exige uma validação rigorosa que transcende testes de software convencionais. Precisamos provar que o protocolo estabiliza a malha sob estresse real, do microcontrolador ao mainframe.
1. Relatórios de Simulação (Comportamento Orgânico)
As simulações em apps/simulations/ avaliam a saúde da malha frente a cenários de alta entropia.
- Estresse Termodinâmico: Injeção de ruído ambiental (falhas intermitentes e quedas de energia) para validar a estabilidade do “Metabolismo”.
- Colapso de Roteamento: Desligamento em massa de regiões para atestar se a Estigmergia e Reed-Solomon reconstroem a malha.
- Parasitismo Econômico: Injeção de nós “free-riders” para testar se a TDA (Análise Topológica de Dados) e a Autopoiese isolam o comportamento parasitário.
2. Benchmarks (Eficiência Bruta)
Os benchmarks em benches/ medem a performance computacional das abstrações arquiteturais.
| Área | Arquivo de Benchmark | Métrica Crítica |
|---|---|---|
| Kernel | kernel_crypto.rs, zk_proofs.rs | Latência de validação PQ e ZK. |
| Biologia | biology_agent.rs, ising_solver.rs | Tempo de convergência do consenso orgânico. |
| Economia | economy_barter.rs, credit_throughput.rs | Vazão de transações do Barter Engine. |
| C.A.P.I.B.A. | state_storage.rs, compute_over_data.rs | IOPS e latência de processamento local. |
| Hardware | embedded_footprint.rs | Uso de memória e energia em no_std. |
3. Infraestrutura de Medição
Para garantir reprodutibilidade, utilizamos ambientes conteinerizados:
docker-compose.bench.yml: Instancia ambientes isolados para testes de carga.docker-compose.otel.yml: Aciona a stack de observabilidade (OpenTelemetry, Prometheus, Jaeger) para monitorar as simulações.
O pipeline de CI/CD rejeita automaticamente qualquer alteração que degrade a performance ou aumente a entropia sistêmica além dos limiares de segurança.